Urgente: Deputado alerta para falta de remédios para intubação em Montes Claros

De acordo com Carlos Pimenta (PDT), cidade só tem estoque para auxiliar pacientes até esta quarta (24/3)

Superlotação na ala de COVID-19 da Santa Casa de Montes Claros, um dos hospitais afetados pela escassez de remédios(foto: Hudson Brazil/Divulgação)

colapso da saúde em Minas Gerais não se traduz apenas a partir da falta de leitos de UTI e de enfermaria. Também reflete na falta de insumos, como medicamentos que permitem a intubação de pacientes. É o caso de Montes Claros, no Norte do estado.

LEIA MAIS

De acordo com deputado estadual Carlos Pimenta (PDT), a cidade só tem remédios suficientes para tratar os pacientes até esta quarta (24/3). Segundo ele, na semana passada, o mesmo problema aconteceu, mas a prefeitura local conseguiu reabastecer o estoque com apoio de Belo Horizonte.

 

“Nós estamos correndo o risco de não termos medicamentos de urgência para que as pessoas sejam intubadas nos CTIs. Semana passada, já tivemos esses problemas e recorremos a Belo Horizonte, mas já está acabando”, disse Carlos Pimenta em vídeo gravado.

 

O deputado afirma que fez contato com o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti Vitor, para tentar conseguir os remédios. O mesmo aconteceu com a secretária de Saúde de Montes Claros, Dulce Pimenta.

 

No vídeo, o deputado cita que os problemas acontecem nos hospitais Aroldo Tourinho, Universitário Clemente de Faria, das Clínicas Dr. Mário Ribeiro da Silveira, Dilson Godinho e Alfeu de Quadros.

 

Continua depois da publicidade

Também na Santa Casa e na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Montes Claros. “Eu faço um apelo. Eu sei que muitas vezes as dificuldades são grandes, mas essa negociação é urgente. São medicamentos que mantêm a vida”, disse o deputado.

 

Montes Claros soma 24.333 casos confirmados de COVID-19 até esta terça. São 465 mortes pela doença até o momento.

 

No total, 354 pessoas estão hospitalizadas na cidade. Conforme a prefeitura, 100% dos leitos de enfermaria do SUS estão em uso. No caso das UTIs públicas, a taxa é de 95%.

 

Na rede privada, a ocupação geral é de 94%.

Fonte: Estado de Minas

Você pode gostar...

Traduzir »